Como explicar que o homem, um animal tão predominantemente construtivo, seja tão apaixonadamente propenso à destruição? Talvez porque seja uma criatura volúvel, de reputação duvidosa. Ou talvez por que seu único propósito na vida seja perseguir um objetico, algo que, afinal, ao ser atingido, não mais é vida, mas o princípio da morte.
Dostoiévski
sexta-feira, 15 de abril de 2011
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